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Quando foi que eu me perdi de mim?

Atualizado: 31 de ago. de 2025

Um dia me olhei no espelho e não me reconheci.


Não era só o cansaço no rosto.


Era o peso nos ombros.

A tristeza nos olhos.


A sensação de que eu tinha me perdido tentando dar conta de tudo.


Por fora?


Tudo em ordem.

Trabalho, casa, rotina.


Por dentro?

Um silêncio barulhento.


A verdade é que eu fui me deixando de lado.


Aos poucos.


Primeiro parei de dançar.

Depois, parei de rir à toa.

Depois… parei de me ouvir.


Até que um dia, sentada no banheiro com a porta trancada, eu me perguntei:


"Quando foi que eu deixei de ser eu?"


A partir daquele dia, eu decidi começar.

Não um recomeço grandioso.


Mas um reencontro silencioso comigo mesma.


Comecei com cinco minutos por dia.

Cinco minutos só pra mim.


Respirar. Escrever.

Ouvir uma música que me fazia bem.

Pegar sol. Sentir o vento.


Aos poucos, fui me percebendo de novo.


Descobri que autoestima não é se amar o tempo todo.


É não se abandonar nos dias difíceis.


É escolher se cuidar mesmo quando tudo em você quer desistir.


É construir uma rotina emocional leve, real, possível.


Hoje, eu sigo nesse caminho.

Nem sempre é fácil. Mas agora eu sei:

me priorizar não é egoísmo — é sobrevivência com afeto.


E se você tá se sentindo perdida também, deixa eu te contar uma coisa:


Você não precisa voltar a ser quem era.


Você pode se tornar quem você sempre precisou ser.


Começa com cinco minutos.



 
 

Luciana Ilarri

Psicologia Positiva

Importante: Baseado em Psicologia Positiva, esse trabalho não substitui o acompanhamento psicológico clínico. O foco é fortalecer a mente e as emoções para que a vida volte a fluir com leveza e propósito.

(21) 98888-7093

Rio de Janeiro / Barra da Tijuca

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